A diretoria do Flamengo optou por segurar as negociações para contratar jogadores, principalmente os que estão no exterior. O motivo é cautela em função de um processo do Banco Central que pede penhora de quase R$ 127 milhões, referente a irregularidades em negociações em moeda estrangeira entre 1993 e 1998. A informação é do site 'Ge'.

Apesar de otimismo entre os rubro-negros de um desfecho positivo, há o risco de perder na Justiça, o que comprometeria o orçamento de 2022. Por isso, o Flamengo optou por segurar as conversas por Santos, do Athletico-PR, Thiago Mendes, do Lyon. E também não se sente seguro para finalizar a compra de Diego Rossi, que está no Fenerbahçe, mas é do Los Angeles FC. A negociação pelo uruguaio, inclusive, corre risco de não acontecer devido ao imbróglio.
O processo do Banco Central se arrasta há anos e envolve vários jogadores conhecidos da torcida. O caso mais emblemático é o da venda de Sávio ao Real Madrid, sob a gestão do então presidente Kleber Leite. O problema é que em janeiro deste ano a 9ª Vara Federal de Execução Fiscal da Justiça Federal do Rio aceitou a penhora de R$ 126.998.514,57.
Em 2013, a multa era de R$ 38.367.280,00, mas os valores foram corrigidos com o passar dos anos. O Flamengo tenta reduzir no Superior Tribunal de Justiça (STJ) a penhora para R$ 10,6 milhões e a votação já começou, com um voto a favor do Rubro-Negro. Restam mais quatro votos.

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