Paulo Sousa cobrou melhor postura dos jogadores do Flamengo e mais "fome" na hora de fazer gols. Em entrevista coletiva, o treinador reclamou que faltou concentração e intensidade no empate em 2 a 2 com o Resende, neste domingo, no Nilton Santos, pelo Carioca.

O Rubro-Negro chegou a estar perdendo por 2 a 0. Buscou a igualdade na reta final. Mesmo assim, o português disse que os atletas não podem pensar no Carnaval antes de ganhar as partidas.

- Mentalidade. Esse é o primeiro motivo (para as falhas nos gols). Tive a sensação de que no aquecimento a intensidade não tinha sido a melhor. O que queremos é o que apresentamos nos últimos minutos. Pressionar, buscar a bola, tentar o gol sempre. Tivemos a mentalidade certa e isso é o que quero do começo ao fim. Não podemos pensar no Carnaval antes de ganhar os nossos jogos. Temos de ganhar o jogo e depois nos divertir - disse Paulo Sousa.


Com o resultado, o Flamengo continuou na segunda colocação da Taça Guanabara. Soma 20 pontos. No próximo domingo, enfrenta o Vasco.

Outras partes da entrevista de Paulo Sousa:

Problemas de finalização. Tentar outro método?

- Repetição, a nível técnico. E procuramos, mesmo quando temos jogo no meio da semana, ter momentos para podermos ter um volume de trabalho de finalização. Uma das coisas que nos faltou bastante na primeira etapa: eles fizeram marcação individual, e ficamos estáticos. A entrada do Arrasca nos deu mais mobilidade e criou espaços para termos mais profundidade. Repito o que disse nas outras vezes: precisamos ter uma melhor mentalidade. Precisamos de fome para fazer gol. Precisamos crescer, e vamos trabalhar em cima dessa agressividade e mentalidade certas.

Vaias a Gabigol. Justas?

O torcedor é a alma de qualquer clube. Muito passional e exigente, ainda mais conosco por causa da qualidade. Por isso, precisamos ter a mentalidade certa, fazer mais gols que os adversários para ganhar os jogos. Aí nossa nação vai feliz para casa e se sente representada dentro de campo.

Opção por Arrascaeta no banco

Tivemos uma decisão de uma veia "concretizadora" forte na frente, com o Gabi, Pedro e Bruno Henrique. O que verificamos na primeira parte é que nosso adversário fez marcação individual, e precisávamos de mobilidade, capacidade de interagir. O Arrasca tem isso, procura assistências e gols. É muito diferente os outros que começaram hoje.

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