Polêmica no pós-jogo: Segurança do Palmeiras é acusado de intimidar jogadores do Flamengo

Cassia Marinho

O árbitro relata pressão no túnel após empate entre Palmeiras e Flamengo

O árbitro Ramon Abatti Abel fez duas sérias observações na súmula do jogo entre Palmeiras e Flamengo pela décima quarta rodada do Campeonato Brasileiro. Se dentro de campo ocorreu o empate em 1 a 1, fora dele houve muita confusão. De acordo com Abatti, além da paralisação por gás de pimenta, o chefe de segurança do time mandante fez uma forte pressão no túnel de acesso ao vestiário.

A partida teve duas paralisações no primeiro tempo, aos 16 minutos até 18 minutos e aos 26 minutos até 30 minutos, devido ao spray de pimenta utilizado pela polícia militar em um acidente fora do estádio, afetando a respiração dos atletas e demais envolvidos. Porém, o incidente mais grave ocorreu após o término da partida, no túnel de acesso ao vestiário da arbitragem.

Segundo a súmula, o Sr. Carlos Farto, chefe de segurança da equipe do Palmeiras, se dirigiu à equipe de arbitragem proferindo palavras de pressão e questionando as decisões tomadas durante o jogo. O delegado da partida, Sr. Rogério Menezes Lopes, relatou o ocorrido, informando o nome e a função do responsável pelas palavras direcionadas à arbitragem.

A atitude do chefe de segurança gerou indignação e levantou questionamentos sobre a conduta do Palmeiras. A equipe mandante sempre negou qualquer envolvimento ou incentivo a atitudes agressivas, mas a súmula revela um comportamento inadequado por parte de um membro da equipe de segurança.

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