Após a vitória do Flamengo por 2 a 1 sobre o Audax, o técnico Paulo Sousa minimizou protestos de parte da torcida, que reclamou de substituições e vaiou a equipe ao final da partida. 

O português tratou com naturalidade a situação e ressaltou que o tempo escasso de trabalho dificulta as coisas. O treinador não usou o calendário como desculpa, mas disse que o Carioca está sendo usado para implementar os conceitos.

"A torcida é muito passional, essas coisas acontecem. Essa paixão faz parte do nosso dia a dia. Vamos tendo cada vez mais jogadores com mais minutos. O Carioca tem nos mostrado dificuldades. Isso dimensiona de forma positiva esse Carioca. Temos uma ideia mais concreta do que pretendemos ver mais consistentemente", disse ele, que acrescentou:

"Quero que a equipe saiba nosso modelo de jogo e o que nós pretendemos, que é criar, ter domínio e criar várias possibilidades de gol, termos boa transição. Além dos minutos que queremos dar a todos, quero que eles aprendam a tomar decisões. Foi mais um jogo. Sentimos dificuldades em alguns momentos, mas tivemos chances. Temos de ser mais eficazes".

Sousa admitiu que a equipe ainda tem demonstrado problemas defensivos e destacou que há poucas opções disponíveis para a zaga. Ele reconheceu que há muito espaço para crescimento.

 "O Isla foi um dos últimos que chegou. Temos tido dificuldade em termos numéricos com zagueiros. O Audax esteve muito bem na organização defensiva, teve duas linhas bem juntas. Deveríamos ter mais capacidade para ocupar o espaço. O elenco tem sido extraordinário. A maior dificuldade é na linha defensiva, sobretudo com os zagueiros", afirmou.

Na próxima rodada, o Rubro-negro encara no domingo (13) o Nova Iguaçu, às 19h, em Volta Redonda. A equipe de Angra dos Reis pega no domingo o Boavista, 15h30, no Jair Toscano.


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