Possível confronto entre Flamengo e Messi na Libertadores ganha força com retorno dos times da Concacaf

Cassia Marinho

No confronto anterior contra o Athletico-PR, nas quartas de final, o Flamengo enfrentou polêmicas com o VAR. Após um gol anulado de Gabigol por impedimento, o clube decidiu protestar de forma peculiar: com o silêncio. A diretoria orientou os jogadores e o técnico Jorge Sampaoli a não concederem entrevistas e a não participarem das tradicionais coletivas de imprensa após a partida.

Essa atitude do Flamengo gerou controvérsias e críticas por parte de alguns profissionais da imprensa. No programa Posse de Bola, do UOL, jornalistas comentaram sobre a postura do clube, destacando que o protesto acabou atingindo apenas a própria imprensa, em vez de direcionar as críticas à CBF. Arnaldo, um dos comentaristas, comparou a atitude do Flamengo com a do Palmeiras, sugerindo que as diretorias dos dois clubes possuem características semelhantes.

No entanto, a discussão tomou um rumo político quando Juca Kfouri, outro comentarista do programa, afirmou que ambas as gestões são bolsonaristas. Ele ressaltou que a raiz do problema é a mesma e que ambas as diretorias têm uma visão negativa em relação à democracia e à liberdade de imprensa.

Enquanto isso, nos bastidores da Conmebol, o presidente Alejandro Domínguez anunciou que haverá uma grande novidade na próxima temporada da Libertadores. A notícia veio acompanhada da revelação do jornalista Hernán Castillo de que os times da Concacaf, que englobam México, Canadá e Estados Unidos, estarão de volta ao torneio continental. Essa ideia já estava sendo discutida há algum tempo e, finalmente, Conmebol e Concacaf chegaram a um acordo.

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